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2007-07-13

POESIA PORTUGUESA

FOTO (BLOG SANZALA)

3 Comentários:

  • Às domingo jul 22, 09:22:00 da manhã , Blogger EMALMADA disse...

    Imagens terríveis.
    É para isto que o homem existe?
    Creio que não. Temos de continuar a denunciar os grandes males e atrocidades que alguns homens fazem a outros homens/seres humanos.

    A CENSURA na comunicação social existe, está aí. Por isso...
    Para lá de uma certa Almada virtual na televisão e nos encartes de jornais, há quadros, cenas e imagens de uma Almada real escondida e esquecida que os almadenses não gostam de ver.
    http://emalmada.blogspot.com

     
  • Às terça ago 28, 03:10:00 da tarde , Blogger Menina_marota disse...

    "Também eu quero abrir-te e semear
    Um grão de poesia no teu seio!
    Anda tudo a lavrar,
    A abrir leques de sonho e de centeio,
    E são horas de eu pôr a germinar
    A semente dos versos que granjeio.

    Na seara madura de amanhã
    Sem fronteiras nem dono,
    Há de existir a praga da milhã,
    A volúpia do sono
    Da papoila vermelha e temporã,
    E o alegre abandono
    De uma cigarra vã.

    Mas das asas que agite,
    O poema que cante
    Será graça e limite
    Do pendão que levante
    A fé que a tua força ressuscite!

    Casou-nos Deus, o mito!
    E cada imagem que me vem
    É um gomo teu, ou um grito
    Que eu apenas repito
    Na melodia que o poema tem.

    Terra, minha aliada
    Na criação!
    Seja funda a vessada,
    Seja à tona do chão,
    Nada fecundas, nada,
    Que eu não fermente também de inspiração!

    E por isso te rasgo de magia
    E te lanço nos braços a colheita
    Que hás-de parir depois...
    Poesia desfeita,
    Fruto futuro de nós dois.

    Terra, minha mulher!
    Um amor é o aceno,
    Outro a quentura que se quer
    Dentro dum corpo nu, moreno!

    A charrua das leivas não concebe
    Uma bolota que não dê carvalhos;
    A minha, planta orvalhos...
    Água que a manhã bebe
    No pudor dos atalhos.

    Terra, minha canção!
    Ode de pólo a pólo erguida
    Pela beleza que não sabe a pão
    Mas ao gosto da vida!"

    (Ode à Terra, Miguel Torga, in "Odes", 1946)


    Um abraço carinhoso e boa semana ;))

     
  • Às terça set 04, 04:02:00 da tarde , Blogger Zé Oliveira disse...

    Passei por aqui, amigo e camarada, e venho dizer que tudo o que denunciarmos haverá de ser útil. Se cada uma das nossas denúncias não for mais do que um grão de areia, tenhamos a consciência de que os pilares da nossa casa erguem-na porque têm, agregados ao cimento, muitos grãos de areia!

    Vai abraço

     

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